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O DIVÓRCIO

O DIVÓRCIO


Define-se como "a separação legal de parceiros casados." No Antigo Testamento, o casamento não é considerado como um relacionamento (como o de irmão e irmã) que é em si de natureza inquebrável; o divórcio e o novo casamento eram permitidos sob a lei Mosaica - embora as condições fossem ponderadas em favor do homem (Deut. 24:1 e segs.). Na era pós-exílica, Esdras ordenou aos maridos judeus a divorciarem-se de esposas estrangeiras (Esdras 10:11). Embora a lista de divórcio presumivelmente exigia a presença de um funcionário, parece que havia também a possibilidade de processos puramente privados, que é o que José contemplava quando foi revelado que sua noiva estava grávida (Mt 1:19).


Os fundamentos para o divórcio nos tempos do Novo Testamento foram interpretados estritamente pelos rabinos da escola de Shammai e liberalmente por aqueles que seguiram Hillel, outro expoente da Lei. A posição liberal tolerava o divórcio por ofensas triviais por parte da esposa, enquanto Shammai o restringia a casos comprovados de adultério. Jesus foi convidado a dizer onde ele estava nesta controvérsia e ele aparentemente fica do lado de Shammai, mas com a importante cláusula permitindo certas exceções (Mt 19:9). Ele leva a questão de volta ao primeiro princípio — as intenções de Deus na criação (Gn 2:24). Paulo aconselha os Coríntios (1 Cor. 7:12 e segs.) que o divórcio e o novo casamento são permitidos para um Cristão se o parceiro que iniciou o divórcio fosse pagão.


Muitas igrejas repudiam o Divórcio e o consideram errado, é bem possível que ele seja repudiavel em certo sentido, mas há que termos o cuidado de tirar das pessoas um direito que Deus as dá, no caso de adultério o cônjuge inocente tem o direito de se Divorciar do culpado e aceitá-lo apenas como um irmão (a) em Cristo, no caso de "porneia" imoralidade sexual têm sim. Ele só é permitido dentro dos parâmetros que Deus na sua palavra permite e nenhuma Igreja ou pregador pode diminuir nem acrescentar.