Ser cristão nesta geração tornou-se quase um escândalo social. Vivemos num tempo intelectualmente arrogante, espiritualmente vazio e moralmente apodrecido, onde quanto mais distante alguém está de Deus, mais “aceitável” e admirado parece se tornar. A perversão virou identidade. A rebeldia virou personalidade. A ausência de princípios virou sinônimo de liberdade.
Falar de Deus hoje soa under rated.
Ser de Deus parece antiquado para uma sociedade que transformou a degeneração em cultura e o pecado em entretenimento.
O mundo moderno não odeia apenas regras; ele odeia a própria ideia de autoridade divina. Porque um homem sem Deus deseja ser o próprio deus. Ele quer viver sem prestação de contas, sem verdade absoluta e sem condenação moral. Então ridiculariza a fé para anestesiar a própria consciência.
Chamam santidade de atraso porque amam o pecado. Chamam pureza de fraqueza porque são escravos dos próprios desejos.
Chamam obediência a Deus de fanatismo porque odeiam qualquer coisa que exponha a miséria espiritual em que vivem.
E o mais trágico é que muitos cristãos começaram a sentir vergonha de parecer cristãos. Tentam suavizar o Evangelho para serem aceitos por uma geração que pisaria em Cristo novamente se Ele aparecesse entre eles. Trocam convicção por aprovação social. Trocam verdade por aplausos baratos.
Mas o cristianismo verdadeiro nunca foi popular.
O Evangelho não foi dado para combinar com o sistema deste mundo, mas para confrontá-lo. Cristo não morreu para produzir pessoas “relevantes”; morreu para salvar pecadores mortos espiritualmente.
Seguir a Deus continuará parecendo loucura para uma geração que idolatra a si mesma. E talvez essa seja a maior evidência de que ainda existe verdade no Evangelho: ele continua incomodando um mundo que prefere as trevas à luz.
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