Um caderno de viagem | Outras histórias para os mesmos lugares
E se pudesses olhar para os lugares que visitas de uma forma diferente?
Quando viajamos, há monumentos que fotografamos, ruas por onde passamos e histórias que aprendemos a reconhecer. Mas há também outras histórias, outras pessoas e outros patrimónios que nem sempre fazem parte daquilo que nos contaram sobre um lugar.
Este caderno de viagem digital convida-te a abrandar, observar e descobrir novas perspetivas sobre as cidades que visitas — ou até sobre aquelas onde vives.
Através do património feminino, vais encontrar propostas de observação e reflexão que te desafiam a olhar para os monumentos, os espaços públicos e as histórias dos lugares com outros olhos.
O que vais encontrar neste caderno?
- Exercícios para observar os lugares para além dos pontos turísticos mais conhecidos.
- Reflexões sobre a presença e a ausência das mulheres na história e no espaço público.
- Novas formas de olhar para monumentos, ruas e outros elementos do património cultural.
- Páginas para registares as tuas descobertas, os teus pensamentos e as histórias que te acompanham.
- Exemplos e perspetivas a partir de cidades como Barcelos, Lisboa e Funchal.
Este caderno é para ti se…
Gostas de viajar, caminhar e conhecer os lugares para além do que aparece nos guias turísticos. Se tens curiosidade em descobrir histórias que ainda não conheces. Se acreditas que podemos continuar a descobrir coisas novas mesmo nos lugares por onde já passámos tantas vezes.
Não precisas de ser especialista em história ou património. Basta teres curiosidade e vontade de olhar com mais atenção.
Como funciona?
Este é um ebook em formato PDF, que podes consultar digitalmente ou imprimir para preencher à mão, conforme preferires.
Podes utilizá-lo durante uma viagem, numa caminhada pela tua cidade ou sempre que quiseres descobrir novas perspetivas sobre um lugar.
Mais do que um guia com respostas, este é um convite a fazer perguntas, reparar nos detalhes e construir a tua própria relação com os lugares.
Porque, por vezes, não precisamos de conhecer um lugar novo. Precisamos apenas de aprender a olhar para ele de outra maneira.