Por Amor ao Zero
Em um mundo perfeito, as coisas não batem e as rodas não caem, os humanos não cometem erros e as pessoas não sofrem - mas não vivemos em um mundo perfeito. Nenhuma quantidade de negação da falibilidade humana o torna assim. Temos hospitais, necrotérios e cemitérios que nos lembram que a vida humana não é apenas uma noite, mas que o sofrimento e o risco testam sua atitude em relação ao aprendizado. Em meio à realidade humana há defensores que afirmam que “todos os acidentes são evitáveis” e defendem o “dano zero”. Algumas organizações até recompensam os funcionários por atingirem as metas "zero" e, portanto, "induzem" os trabalhadores a ocultar, negar e relatar danos.
Este livro é uma extensão do livro anterior “Risk Makes Sense: Human Judgment and Risk”, (O risco Faz Sentido: Risco e Julgamento Humano), ainda sem tradução para o português. Não há sentido na aversão total ao risco ou na eliminação do risco. Não há aprendizado sem risco.