Autoeducação guiada
O estudo da autoeducação não se propõe a desqualificar a cultura, mas a problematizar os paradigmas convencionais de ensino. Os sistemas educacionais universais, ao instituírem processos de roteirização mental por meio de ideologias e ao promoverem a homogeneização das trajetórias formativas, tendem a produzir uniformidade e mediocridade, obscurecendo as singularidades vocacionais.
Nesse contexto, marcado por debates epistemológicos sobre reforma educacional e pela emergência da Inteligência Artificial (IA) como novo agente pedagógico, a autoeducação afirma-se como fundamento crítico. Ela resgata a centralidade do humano em seu desenvolvimento natural e na auto cultura, constituindo-se como potência emancipatória e como horizonte paradigmático para o progresso social e científico.